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Barbosinha comemora construção de seis novas escolas indígenas em MS

Projeto será executado pelo governo de MS, beneficiando territórios indígenas de Dourados, Caarapó, Paranhos e Aquidauana; recurso será liberado pela União, por articulação conjunta com deputado federal Geraldo Resende

Seguindo o propósito de garantir estrutura adequada e respeito à identidade cultural das comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul, o Governo de MS irá construir mais seis escolas em quatro aldeias do Estado. Serão beneficiadas as comunidades Bororó e Jaguapiru, em Dourados, Tey Kuê (Caarapó), Pirajuí (Paranhos) e ainda as aldeias Limão Verde e Ipeque, em Aquidauana. O recurso é do governo federal, por meio do PAC Indígena, e resultado de articulação conjunta entre o Governo de MS e o deputado federal Geraldo Resende.

As obras foram lançadas em julho de 2025 pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e confirmadas na semana passada por meio de portaria do Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento. A liberação dos recursos também contou com atuação importante do Governo de MS, seja na definição das demandas, adaptação das plantas arquitetônicas e articulação junto à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, vinculada ao MEC. A execução das obras também ficará a cargo do Governo de MS, considerando a expertise na construção de escolas indígenas e urbanas.

Para o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, o investimento reforça o compromisso da gestão estadual com o avanço da educação, além do respeito à identidade cultural das comunidades. “Serão duas novas escolas nas aldeias de Dourados e mais quatro em outras regiões do Estado. Nosso foco é levar para as aldeias equipamentos adequados e educação de qualidade, preparando nossos jovens indígenas para o futuro”, afirmou.

Barbosinha também destacou a articulação da bancada federal, por intermédio do deputado federal Geraldo Resende, e da Secretaria de Estado de Educação, sob a liderança do secretário Hélio Daher. “Quando se trabalha junto e com propósito, o resultado é sempre muito positivo. Educação é prioridade e seguimos investindo para ampliar oportunidades e reduzir desigualdades em Mato Grosso do Sul”, completou.

O secretário de Estado de Educação, Hélio Daher, também comemora os investimentos e o salto na educação que chega a todo o Mato Grosso do Sul. Hoje, o Estado conta com 37 unidades de atendimento da Educação Escolar Indígena, entre elas um Centro Estadual de Formação de Professores Indígenas, escolas e extensões. Juntas, estas unidades atendem mais de quatro mil estudantes – além de outros dois mil alunos distribuídos nas demais escolas da Rede Estadual de Ensino.

“A Educação Escolar Indígena tem como compromisso a preservação e fortalecimento da identidade, línguas e tradições destas comunidades, garantindo o direito à educação de qualidade para os povos indígenas de MS. Estas unidades ofertam uma matriz curricular específica, primando pela valorização da língua materna e dos saberes locais”, garante.

PAC Indígena
Em todo o país, a estrutura das novas escolas seguirá o modelo Proinfância, com investimentos unitários que variam de R$ 4,3 milhões a R$ 6 milhões. Ao todo, serão construídas 117 unidades em comunidades indígenas e outras 48 em territórios quilombolas.

A estrutura das escolas também pode variar de cinco a oito salas de aula, além de biblioteca, sala de múltiplo uso, cozinha, lavanderia, lactário, sala de amamentação, fraldários e áreas de recreação. Cada uma terá capacidade para atender até 188 crianças em dois turnos, ou 94 em período integral, com estrutura completa e adaptada à realidade local.

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