Na Expoagro 2026, Verruck destaca o desenvolvimento sustentável

Ex-secretário Jaime Verruck esteve em visita a 60ª edição da Expoagro na manhã deste sábado (9) - Foto: Mairinco Pauda

“Mato Grosso do Sul se consolidou como referência em desenvolvimento sustentável. Para que o produtor do estado desenvolva bem as atividades, ele é o primeiro a implementar boas práticas e a preservar o meio ambiente”, disse o ex-secretário de Desenvolvimento, Jaime Verruck, em visita a 60ª edição da Expoagro, em Dourados, na manhã deste sábado (9), quando foi realizada a abertura oficial do evento que contou com as presenças do governador Eduardo Riedel (PP) e da senadora Tereza Cristina (PP). A feira, realizada pelo Sindicato Rural, teve início ontem (8) e segue até o dia 17.

Nos dez dias serão apresentadas as mais recentes inovações do setor agropecuário, com exposições de máquinas e implementos agrícolas, leilões, simpósios, palestras técnicas e oportunidades de financiamento. Nesse sentido, Jaime Veruck pontuou temas que devem estar na pauta de discussões. “O agro tem desafios: questões como renegociação de dívidas, secutirização e fundamentalmente redução de juros, pois, o agro não tem como fazer a próxima safra dado aos custos elevados de fertilizantes e do frete”, disse ele, que é pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos.

Boletim econômico publicado recentemente pela Aprosoja /MS, aponta que os principais fertilizantes usados no campo estão com preços elevados este ano, o que impacta na rentabilidade do produtor. No primeiro trimestre do ano, o estado importou mais de 23 mil toneladas do insumo, apontando retração de 23,28% em um ano. Mesmo com redução no volume, o que chama a atenção é a alteração do tipo de produtos, havendo, por exemplo, avanço nas importações de potássio passando de 220 toneladas para 7,22 mil toneladas no comparativo anual.

O documento aponta ainda que os preços seguem elevados, a exemplo do formulado NPK 04-30-10 que apresentou valorização de 39% em março deste ano quando comparado ao mesmo período de 2025, enquanto matérias-primas estratégicas, como o MAP, permanecem acima de R$ 5,4 mil por tonelada.

  • Com informações da Famasul

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